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Baseado em quê? Vice-prefeita diz que maconha é de amigo dela em Sidrolândia

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A vice-prefeita de Sidrolândia, Cristina Fiuza, negou, nesta terça-feira (18), que a maconha apreendida em meio a objetos pessoais, na casa dela, a pertença. O entorpecente seria de um amigo dela. 

Fiuza, filha do ex-prefeito da cidade, Daltro Fiuza, foi alvo da Operação Dirty PIX, que apura irregularidades no hospital municipal. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão – da qual Cristina era alvo – foi encontrada pequena porção da droga. 

No entanto, conforme o Coruja News, a gestora disse que a droga pertence a um amigo. A operação teria alterado a rotina da cidade, sendo que o ponto facultativo decretado para a próxima sexta-feira (21), quando é celebrado o Dia do Servidor Público. 

Cristina Fiuza foi levada à Polícia Civil e liberada posteriormente. A investigação sobre desvio de dinheiro segue. O espaço está aberto para manifestação da investigada e demais envolvidos. 

Questionamos a prefeitura se a vice-prefeita terá mudança na rotina, porém não tivemos resposta até o momento.  

Operação ”Dirty Pix”

A ação foi desencadeada pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (GECOC/MPMS), em conjunto com a 3ª Promotoria de Justiça de Sidrolândia e apoio de equipes do Amazonas. Os mandados foram expedidos como parte da investigação que apura crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.

Segundo o MPMS, o esquema teria desviado R$ 5,4 milhões repassados pelo Governo do Estado ao município para a compra de um aparelho de ressonância magnética e um autoclave hospitalar. Parte dos recursos teria sido movimentada em conluio entre integrantes da direção do hospital e uma empresa fornecedora de equipamentos médicos, que também teria efetuado pagamentos indevidos a vereadores.

As provas reunidas indicariam que a empresa investigada realizou diversas transferências via Pix — diretamente ou por terceiros — ao presidente do hospital e a parlamentares envolvidos. A operação recebeu o nome ”Dirty Pix” justamente por fazer referência ao uso de transferências instantâneas como mecanismo para ocultar a movimentação de recursos ilícitos.

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