Há quase um ano, Joelma Cristina, de 30 anos, vive uma rotina que transformou completamente sua vida. Três vezes por semana, ela precisa passar por sessões de hemodiálise enquanto aguarda a possibilidade de um transplante renal.
Mãe de duas crianças, Joelma conta que recebeu o diagnóstico com muito impacto emocional, principalmente por conta de criar os seus filhos. “No começo foi bem difícil lidar com tudo isso, tomei um choque. Mas agora estou me adaptando com a nova vida”, relata.
Ela faz hemodiálise três vezes por semana e está nessa luta há quase um ano. Durante as suas sessões de hemodiálise, quem fica com as crianças é a mãe de Joelma, que tem sido sua principal rede de apoio nesse período.
Joelma relata que agora precisa se planejar mais para os dias que passará fora e usa os dias que não está na diálise para cuidar disso, o que mudou muito na sua rotina. Principalmente por conta da rotina de casa e escola das crianças.
A rotina intensa também impede que trabalhe atualmente. Sua única fonte de renda é o Bolsa Família, enquanto aguarda a análise do pedido do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Segundo Joelma, a assistente social da clínica onde realiza o tratamento informou que ela pode ser candidata a transplante. No entanto, para isso, precisa realizar exames em São Paulo. Sem condições financeiras para arcar com os custos da viagem e dos procedimentos, ela decidiu criar uma vaquinha online para custear o tratamento.
Até o momento, não há um prazo definido para arrecadar o valor, já que ela ainda aguarda o hospital de São Paulo informar a data para realização dos exames.
Mesmo diante das dificuldades, ela mantém a esperança de conseguir realizar os exames e avançar para o transplante.


