segunda-feira, abril 27, 2026

Pai repete gesto de argentina presa no Rio por racismo; vídeo

Date:

Share post:

Veículos de imprensa da Argentina classificaram como um “escândalo sem fim” o caso envolvendo Agostina Páez, que responde por injúria racial no Rio de Janeiro. A repercussão ganhou novos desdobramentos após a circulação, nas redes sociais, de um vídeo em que seu pai, Mariano Páez, aparece imitando um macaco em um bar. Ele negou a veracidade das imagens, alegando que foram manipuladas por inteligência artificial, enquanto sua namorada afirmou que ele estava “sob efeito do álcool”.

“Provocação de um pai que nunca aprende”, diz a chamada da versão impressa do Clarín. O jornal detalha o episódio envolvendo Mariano Páez e ressalta que o gesto “nunca saiu de cena”. A publicação também relembrou casos de racismo contra Vinícius Júnior na Espanha, incluindo a denúncia contra o argentino Gianluca Prestianni por tê-lo chamado de “macaco”. Outro caso citado foi no reality Gran Hermano, no qual uma participante foi expulsa por declarações racistas.

“Racismo e provocação: um escândalo sem fim”, destaca o La Nación, que trouxe o vídeo como destaque de capa e o classificou como um “doloroso capítulo”. Já o Página 12 descreveu o episódio como um “escândalo internacional” que “não tem fim”, relatando a defesa feita por Stefany Budán.

Agostina Páez, de 29 anos, foi flagrada em 14 de março proferindo ofensas racistas contra um funcionário de um bar, chamando-o de “negro” de forma discriminatória. A confusão começou após ela questionar o valor da conta. Enquanto aguardava a verificação das câmeras, passou a insultar o trabalhador. Imagens registraram o momento em que ela imita um macaco e reproduz sons, além de dizer “mono”.

A Justiça do Rio de Janeiro autorizou seu retorno à Argentina mediante pagamento de caução equivalente a 60 salários mínimos, cerca de R$ 97,2 mil.

Posteriormente, o vídeo de Mariano Páez surgiu, gravado na província de Santiago del Estero. Ele afirma que o material é falso e diz ter sido vítima de chantagem.

A Lei de Racismo de 1989 define crimes resultantes de discriminação coletiva, com pena de 1 a 5 anos de prisão, sendo inafiançável e imprescritível. Já a injúria racial refere-se a ataques individuais com base em raça, cor, etnia, religião ou origem.

Casos podem ser denunciados em delegacias especializadas ou em qualquer unidade policial, presencialmente ou pela internet.

Leia Também: Homem finge interesse em joias, mata vendedora e carboniza corpo



Bora Ouvir – Total 40 Graus
BORA OUVIR
PROGRAMAÇÃO TOTAL 40 GRAUS
🔴 AO VIVO AGORA
Clique em "Letra" para ver a letra da música atual
Canais Oficiais

Instagram

Siga e acompanhe as notícias

Seguir no Instagram

YouTube

Inscreva-se no canal

Inscrever-se no YouTube

TikTok

Siga e veja os vídeos

Seguir no TikTok
Barra Redes Sociais

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

73,500FansLike

Artigos relacionados

Acidente mata motorista e adolescente em rodovia de MS

Investigação da Polícia Civil aponta que batida frontal foi provocada por manobra de ultrapassagem Uma colisão frontal envolvendo três...

Rio Verde, após fugir de abordagem, foragido morre em troca de tiros com a polícia

Segundo o boletim de ocorrência, suspeito correu para um imóvel, atirou e a polícia o baleou Edivaldo Gomes dos...

Festa das Cores confirma Bárbara Labres e promete agitar São Gabriel do Oeste no dia 30 de maio

A 5ª edição da Festa das Cores será realizada no dia 30 de maio, em São Gabriel do...

Adolescente cai de paredão e fica presa em árvore a 10 metros do chão em Camapuã

Uma jovem não identificada foi resgatada na manhã deste domingo (26) após cair de um paredão em uma...