domingo, abril 26, 2026

Criança apanha de professora em Emei no Itamaracá; mãe denuncia escola (vídeo)

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Uma criança de apenas 3 anos teria sido agredida por uma professora na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Clebe Brazil Ferreira, localizada no Bairro Jardim Itamaracá, em Campo Grande. A denúncia foi feita pela genitora da menor na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol.

Conforme o registro policial, encaminhado para o TopMídiaNews, ela buscou a criança normalmente na escola durante a tarde de segunda-feira (13). Porém, apenas ao chegar em casa notou que a criança estava com uma marca no braço direito, semelhante a uma pancada.

Ao questionar a pequena sobre o que teria acontecido, ela contou que foi a ‘pro’, ao se referir a professora da turma.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, essa não seria a primeira marca encontrada na menor. Isso porque no dia 17 de março teria achado uma marca no braço dela. Naquela ocasião, a assistente da professora contou que a pequena teria tido dificuldade para dormir, ficando muito tempo chorando e chamando pela mãe. A instituição tem como rotina colocar os alunos das 10h30 às 13h.

Os fatos foram registrados como lesão corporal dolosa e serão investigados pelas autoridades.

Em entrevista para reportagem, a genitora detalhou que uma das coisas mais indignante foi ouvir da diretora da instituição, nas entrelinhas, que forçou a filha a mentir sobre a situação.

“Durante a reunião, ela falou que iria verificar o ocorrido, mas não me senti resguardada pela diretora, porque ela deu a entender que eu estava fazendo minha filha mentir, a relatar o caso. Mas minha filha não sabia que estava sendo gravada. Por conta da pouca idade, ainda falaram que minha filha errou o nome da professora e por isso ‘não tem como saber quem seria o culpado’. Estou irada com o posicionamento que a diretora teve comigo”, explicou.

Diante da situação, a mãe procurou a Semed (Secretária Municipal de Educação) para fazer uma denuncia formal sobre o caso. Porém, agora, sua única escolha é aguardar o decorrer das investigações. “Achei que receberia amparo. Que iriam investigar quem bateu na minha filha. Me pedir desculpas pela situação, mas não recebi qualquer tipo de apoio para defender minha filha, de apenas 3 anos. Parece que ficaram com raiva por eu ter procurado os diretos dela. Estão tratando com descaso”, disse a genitora com a voz embargada.

Diante da gravidade da denúncia, a reportagem procurou a prefeitura de Campo Grande para falar sobre o assunto. Porém, até a publicação desta matéria não teve retorno. O espaço segue aberto para manifestações futuras.

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