terça-feira, abril 28, 2026

‘Arregão de berço’, Contar tem passado com denúncias de desvio de função e debate vexatório

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Apesar de cobrar o presidente Lula por questões econômicas e ideológicas, afirmando que o ‘Brasil não aguentaria mais 4 anos’ de Lula no governo, o pré-candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, Capitão Contar, possui o histórico de já ter ‘arregado’ de debates enquanto era candidato a governador.

Durante as eleições de 2022, enquanto era alvo de denúncias de suposto desvio de funções dentro do gabinete e apurações por parte do Ministério Público Eleitoral sobre suspeitas de caixa dois e sonegação de informações concretas sobre a campanha, Contar deixou de participar do debate organizado pelo TopMídiaNews e o SBT.

Na ocasião, ele detalhou, por meio de e-mail, que ‘por conta de agenda’ não conseguiria comparecer à emissora de última hora. Por conta disso, o debate se tornou uma entrevista com o outro candidato, à época, Eduardo Riedel, que venceu as eleições em 2022.

Fora as faltas em momentos decisivos, Contar também mostrou claro despreparo nas entrevistas e debates aos quais compareceu. Não sabendo apresentar o escopo de suas propostas, dados do próprio estado que deveriam estar na ‘ponta da língua’ acabaram virando um vexame em rede estadual.

Um caso emblemático ocorreu durante o debate da TV Morena, no segundo turno: ao tentar encurralar seu oponente sobre a equiparação salarial dos professores, o Capitão foi questionado sobre o impacto financeiro de sua própria promessa. Sem ter os dados em mãos, Contar precisou admitir ao vivo: “não sei quanto custa igualar o salário”. A lacuna técnica foi preenchida de imediato por Riedel, que apontou o impacto anual de R$ 600 milhões aos cofres estaduais.

A falta de domínio sobre os números do Estado caminhou lado a lado com a ausência de originalidade em seu próprio projeto de governo. Embora se apresentasse como a ruptura com o sistema, o Capitão ancorou sua campanha no slogan “Mudança de Verdade”, uma cópia direta da identidade publicitária utilizada por Reinaldo Azambuja (então do PSDB) oito anos antes, nas eleições de 2014.

A reprodução histórica foi evidenciada em reportagem do TopMídiaNews, mostrando que a estratégia ia além das palavras: englobava as mesmas identidades visuais verde e amarelas e abarcou figuras políticas daquela gestão, como Rose Modesto (então vice de Azambuja em 2014 e apoiadora de Contar no segundo turno de 2022). 

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