Só na sexta-feira (19), o filme arrecadou US$ 71 milhões, já garantindo o segundo lugar na lista de maiores estreia da história das animações –atrás apenas de “Os Incríveis 2”, que em 2018 fez US$ 72,2 milhões na chegada aos cinemas, alcançando US$ 182,7 milhões em todo o final de semana.
Os números também superam os de “Toy Story 4”, que estreou em junho de 2019 arrecadando US$ 120,9 milhões, e os dos outros três filmes da franquia da Pixar.
No novo filme, Woody, Jessie, Buzz e os outros brinquedos enfrentam um desafio inédito: as telas. Enquanto procura por uma amiga para Bonnie, Jessie se depara com Lilypad, um tablet. No decorrer do filme, a vaqueira de pano lembra de traumas do passado enquanto tenta preservar a imaginação e a pureza da infância da pequena.
A direção do novo longa é de Andrew Stanton, veterano da franquia, com codireção de Kenna Harris. À Folha, a codiretora afirmou que cada “Toy Story” lançado pela Pixar acompanhou mudanças dentro da empresa e no mundo.
“Quando eu estava crescendo, era muito mais simples. Eles (os brinquedos) estão sentindo essa nostalgia em tempo real de como eram os filmes anteriores.”
Nos Estados Unidos, “Toy Story 5” dividiu o final de semana de estreia com o filme de terror “Leviticus”, da Neon, com previsão de US$ 3 milhões, e “A Morte de Robin Hood”, estrelado por Hugh Jackman e dirigido por Michael Sarnoski, com expectativa de US$ 2,5 milhões.
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