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‘MS vive novo ciclo de desenvolvimento protagonizado pela bioenergia’, celebra Gerson Claro

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Mato Grosso do Sul vive um dos mais importantes ciclos de desenvolvimento de sua história, impulsionado pela industrialização do agronegócio, pela expansão da bioenergia e pela capacidade de atrair investimentos sustentáveis.

Conforme a divulgação, a avaliação é do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Gerson Claro (PP), que vê o Estado consolidando um novo modelo de crescimento econômico baseado na geração de empregos, na inovação e na produção de energia limpa.

Esse cenário, diz o parlamentar, ganhou mais um capítulo nesta quarta-feira (1º), com a participação do parlamentar no lançamento da pedra fundamental da nova usina integrada de etanol de cana e milho da Atvos, em Nova Alvorada do Sul, empreendimento que amplia o protagonismo sul-mato-grossense na produção de biocombustíveis e reforça a confiança do setor privado no potencial econômico do Estado.

Ainda segundo divulgado, para Gerson Claro, o avanço da bioenergia representa uma transformação estrutural da economia sul-mato-grossense, que deixou de ser reconhecida apenas pela força da produção agropecuária para se consolidar como um polo de industrialização e geração de energia renovável.

“O Mato Grosso do Sul deixou de ser apenas um grande produtor de matéria-prima para se transformar em um Estado que agrega valor à sua produção, industrializa, gera empregos e atrai investimentos de longo prazo. A bioenergia simboliza exatamente esse novo momento que estamos vivendo: crescimento econômico aliado à sustentabilidade, inovação e desenvolvimento regional. Cada novo investimento fortalece nossa economia e amplia as oportunidades para a população”, afirmou o presidente da ALEMS.
 
Foi dito também que o novo empreendimento da Atvos reforça esse cenário de expansão. Com investimento superior a R$ 1 bilhão, a unidade será a primeira usina integrada de cana-de-açúcar e milho da empresa em Mato Grosso do Sul, ampliando a capacidade de produção de biocombustíveis e fortalecendo uma cadeia produtiva que ganha importância estratégica para a economia estadual. A planta terá capacidade para processar cerca de 642 mil toneladas de milho por ano, produzindo aproximadamente 273 milhões de litros de etanol, além de coprodutos destinados à nutrição animal e à indústria. Durante a fase de implantação, a expectativa é de geração de aproximadamente dois mil empregos.
 
Atualmente, Mato Grosso do Sul ocupa a segunda posição entre os maiores produtores brasileiros de etanol de milho e vive uma acelerada expansão da bioenergia, impulsionada pela chegada de novas indústrias, pelo crescimento da produção agrícola e por um ambiente favorável aos investimentos. O setor sucroenergético já figura entre os principais motores da economia estadual, reunindo dezenas de unidades industriais e movimentando bilhões de reais em investimentos privados.
 
Na avaliação do deputado, esse ambiente de crescimento é resultado de um planejamento que alia segurança jurídica, responsabilidade ambiental e políticas públicas voltadas à competitividade.
 
“Temos um Estado preparado para receber investimentos porque construímos um ambiente de confiança. Hoje, quem investe em Mato Grosso do Sul encontra estabilidade, infraestrutura em expansão, capacidade produtiva e uma gestão comprometida com o desenvolvimento sustentável. Isso explica por que tantas empresas escolhem nosso Estado para ampliar seus negócios”, destacou.
 
O parlamentar ressalta que a expansão da bioenergia produz reflexos que vão além dos indicadores econômicos, fortalecendo os municípios, promovendo a interiorização do desenvolvimento e criando novas oportunidades de trabalho e renda.
 
“Cada usina representa mais empregos, mais arrecadação para os municípios, fortalecimento do comércio, da prestação de serviços e da cadeia produtiva regional. Estamos falando de um desenvolvimento que chega às pessoas e melhora a qualidade de vida das famílias sul-mato-grossenses. Esse é o modelo de crescimento que queremos continuar incentivando.”
 
Gerson ainda destaca que, a expectativa é que Mato Grosso do Sul consolide, nos próximos anos, sua posição entre os principais polos brasileiros de bioenergia, acompanhando uma tendência mundial de expansão das fontes renováveis de energia.
 
“O mundo busca soluções sustentáveis e o Mato Grosso do Sul reúne todas as condições para liderar esse processo no Brasil. Temos vocação agrícola, tecnologia, capacidade industrial e um ambiente institucional sólido. A bioenergia representa o futuro da economia verde, e nosso Estado está preparado para continuar crescendo, gerando oportunidades e sendo referência nacional em desenvolvimento sustentável.”
 

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