sexta-feira, setembro 25, 2026

‘Cenário de terror’: Líderes internacionais reagem a ataque em jantar com Trump

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Os disparos registrados no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado (25), provocaram uma onda de reações internacionais, com líderes condenando o episódio e ressaltando a atuação das forças de segurança.

A resposta rápida dos agentes ao ataque foi destacada por autoridades de diferentes países. O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a atuação das forças de segurança, enquanto o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Serviço Secreto teve uma reação “ágil e decisiva”. Ele também declarou estar “chocado com a intenção de assassinato” e disse que ele e sua esposa ficaram aliviados ao saber que Trump e Melania estão “sãos e salvos”.

A condenação à violência política foi outro ponto comum nas manifestações. O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que “a violência nunca tem lugar na democracia”, enquanto o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado com a máxima veemência”.

Atirador foi detido e descrito como “lobo solitário” (Foto: Reprodução/Truth Social)

 

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Na América Latina, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que “a violência nunca deve ser o caminho”, e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que “a violência nunca será uma opção para aqueles de nós que defendemos as bandeiras da paz”. O governo da Argentina também manifestou o “mais enérgico repúdio à nova tentativa de assassinato contra o presidente Donald J. Trump”.

No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou “repudiar veementemente” o ataque e prestou solidariedade aos presentes, afirmando que “a violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.

O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, reforçou que “a violência nunca é o caminho”, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que “um evento destinado a homenagear a imprensa livre nunca deveria se transformar em cenário de terror”.

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