Governador Eduardo Riedel (PP) deve seguir com amplo apoio político na Assembleia Legislativa em 2027. O mais ferrenho opositor não disputou a reeleição em 4 de outubro. De 24 parlamentares, 20 são de legendas que deram apoio à reeleição do gestor.
No pleito, o Progressistas fechou aliança com o Avante, PSDB, MDB, Federação União Progressista (União Brasil mais Progressistas) e Republicanos.
Ainda segundo o resultado da eleição estadual, o arco de alianças tem os seguintes parlamentares: Pelo PL, Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Coronel David, Gianni Nogueira, Odilon Ribeiro, Daverson Matos, André Salineiro, Lucas de Lima do Amor Sem Fim e Marcio Fernandes.
Pelo PP, há Gerson Claro, Londres Machado e Helio Peluffo. Pelo PSDB, foram eleitos Caravina, Ângelo Guerreiro e Paulo Duarte. Pelo Republicanos, Renato Câmara e Pedrossian Neto. Pelo União Brasil tem Professor Rinaldo Modesto. E Pelo Avante Lidio Lopes.
Outro detalhe é que o vice-governador Barbosinha é da base de apoio, o Republicanos.
A exceção é o Partido dos Trabalhadores, que aumentou a bancada no parlamento estadual, de três para quatro parlamentares: Zeca do PT, Gleice Jane, Pedro Kemp e o eleito Tiago Botelho. O grande detalhe é que a bancada petista deu apoio crítico à gestão Riedel, pelo menos por dois anos e meio. Inclusive tinha cargos em secretarias estaduais.
No entanto, o momento é inapropriado para discutir futura recomposição com o governo; Flávio Bolsonaro – apoiado por Riedel e Lula fazem o segundo turno das eleições presidenciais.
Fora
João Henrique Catan era o único opositor ferrenho da gestão Riedel. Ele ficou conhecido por fazer oposição a qualquer preço, inclusive com uso de fake news e intenções eleitoreiras. Como disputou o governo de MS e perdeu, não permanece na Assembleia.
FONTE: TOP MIDIA NEWS

