Os dois senadores eleitos por Mato Grosso do Sul nas eleições de outubro de 2026 terão remuneração mensal bruta de R$ 46.366,19 quando assumirem os mandatos, em 1º de fevereiro de 2027. O valor é fixado nacionalmente e vale para todos os integrantes do Senado Federal.
Os novos representantes do Estado serão Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, ambos do PL. Azambuja recebeu 903.554 votos, equivalentes a 34,64% dos votos válidos, enquanto Contar somou 856.045 votos, ou 32,82%.
Salário ultrapassa R$ 46 mil por mês
O subsídio mensal bruto de um senador está fixado em R$ 46.366,19 desde fevereiro de 2025, conforme a legislação que estabeleceu os reajustes da remuneração dos integrantes do Congresso Nacional. O valor permanece como referência oficial para o cargo.
A remuneração é bruta, portanto não corresponde necessariamente ao valor líquido recebido após os descontos legais.
Benefícios e despesas do mandato
Além do salário, os senadores podem utilizar apartamentos funcionais em Brasília. Quem não ocupa um desses imóveis pode ter direito a auxílio-moradia de até R$ 5.500 mensais, mediante cumprimento das regras e comprovação das despesas.
Também existe uma ajuda de custo equivalente ao valor de um subsídio mensal para despesas relacionadas à mudança e ao transporte no início e no encerramento do mandato, conforme as regras aplicáveis. Esses valores não devem ser confundidos com o salário mensal.
O Senado também dispõe de recursos e estruturas destinados ao exercício da atividade parlamentar, sujeitos às normas de utilização e prestação de contas.
Mandato começa em fevereiro de 2027
Azambuja e Contar terão mandato de oito anos, conforme as regras constitucionais para o Senado Federal. A posse está prevista para 1º de fevereiro de 2027.
Os dois ocuparão as vagas destinadas a Mato Grosso do Sul na renovação de 54 das 81 cadeiras do Senado realizada nas eleições de 2026.
A remuneração e os benefícios seguem as normas federais aplicáveis aos integrantes da Casa, independentemente do Estado pelo qual foram eleitos.

