A semana foi de feriado, mas as polêmicas estão em alta na política em Mato Grosso do Sul. Teve novo escândalo na Saúde, prefeitos com risco de pagar multa por descumprir decisão da justiça, flagrados em avião com manobra irregular e denúncia de superfaturamento em terreno; e muita confusão no Partido Liberal.
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O Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), Receita Federal e o Ministério Público realizaram uma operação contra uma organização criminosa denunciada por fraude processual para desvio de recurso público e fornecimento de medicamentos de alto custo, principalmente de pacientes em tratamento de câncer.
Os prefeitos entraram na mira da justiça em diferentes casos. Em Ivinhema, Juliano Ferro pode pagar multa por descumprir decisão judicial.
Vereadores de Figueirão protocoloram denúncia contra o prefeito do município de Figueirão (MS), Juvenal Consolaro, pela compra de um pedaço de fazenda no município. A denúncia, protocolada por um grupo formado por dois vereadores e três produtores rurais locais, pede a investigação de supostas irregularidades no Processo Administrativo de Desapropriação Amigável nº 17014/2025, que custou aos cofres públicos o montante de R$ 8,4 milhões. Em Porto Murtinho, Nelson Cintra virou alvo de investigação depois que um avião de propriedade dele foi flagrado fazendo manobras ilegais próximo à ponte da Rota Bioceânica.
No Partido Liberal, destaque para o acordo da esposa de Contar, Iara Contar, que garantiu R$ 150 mil por mês após filiação; e as tratativas de Marcos Pollon com o grupo adversário na corrida pelo Senado.
A eleição deste ano também testará a força de apadrinhados e de campões de voto, além de prefeitos e vice-prefeitos. Confira:
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