José Roberto Oliveira, de 61 anos, denuncia ter sido constrangido durante uma tentativa de atendimento na USF (Unidade de Saúde da Família) Dr. Sumie Ikeda Rodrigues, na Vila Sobrinho. Segundo o morador do Jardim Carioca, ele procurou o posto após sentir uma forte dor na região da virilha, que se estendia para a coxa, e também perceber um caroço no local.
José afirma que procurou a unidade inicialmente para conseguir uma consulta, mas foi informado de que não havia agendamentos disponíveis. Diante da dor, ele aceitou aguardar por um encaixe e permaneceu no posto até ser atendido.
Durante a espera, uma funcionária teria dito que a unidade estava atendendo “até os cachorros que estão aí na rua”. José conta que questionou se poderia gravar a declaração e afirmou ter se sentido desrespeitado.
Apesar do episódio, ele conseguiu ser atendido por uma médica, que, segundo seu relato, realizou a avaliação e solicitou exames para investigar a possibilidade de uma hérnia. A profissional também teria orientado que, ao receber os resultados, ele já solicitasse uma nova consulta para avaliação médica.
José realizou a coleta de sangue no dia 6 de agosto e retornou à unidade no dia 12, quando deveria receber os resultados. Ele afirma que tentou agendar a consulta com o médico, conforme havia sido orientado, mas encontrou dificuldades novamente.
O morador relata ainda que passou por outros procedimentos na unidade, como aferição da pressão e registro de peso e altura. Na sequência, foi encaminhado para aguardar atendimento médico.
Segundo José, durante a consulta, o profissional teria questionado o motivo de sua insistência em ser atendido e perguntado quanto ele estaria pagando pela consulta. Ainda segundo José, o homem teria questionado por que ele estaria “exigindo ser consultado pelo médico” e perguntado quanto estaria pagando pelo atendimento.
A equipe do TopMídiaNews entrou em contato com a Prefeitura de Campo Grande para ter um posicionamento sobre a situação.
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