domingo, setembro 13, 2026

Alibaba proíbe uso de ferramenta da Anthropic por funcionários

Date:

Share

UMlibaba proibiu seus funcionários de usarem a ferramenta de programação Claude Code, da Anthropic, segundo uma fonte próxima à empresa ouvida pela Reuters.

A medida deve entrar em vigor em 10 de julho e teria sido tomada após a identificação de que uma versão do Claude Code era capaz de reconhecer, de forma discreta, usuários localizados na China. Com isso, o software foi classificado como de alto risco pela gigante chinesa, que orientou os funcionários a usarem sua própria ferramenta de programação.

Vale lembrar que a Anthropic já restringe o uso de seus modelos de inteligência artificial por empresas chinesas e tenta bloquear alternativas que permitam o acesso de desenvolvedores sediados na China às suas tecnologias.

Segundo o TechCrunch, uma versão do Claude Code estava disponível por meio de uma dessas alternativas, o que levou um engenheiro da Anthropic, Thariq Shihipar, a se manifestar sobre o caso em uma publicação na rede social X.

Shihipar explicou que a versão do Claude Code capaz de identificar usuários na China fazia parte de “um experimento lançado em março”, com o objetivo de evitar abusos cometidos por revendedores não autorizados.

EUA suspendem restrições aos modelos mais potentes da Anthropic

Washington suspendeu as restrições que haviam obrigado a Anthropic a bloquear o acesso aos seus dois modelos mais avançados de inteligência artificial. A informação foi anunciada pela própria empresa norte-americana, que começou a restabelecer o acesso às ferramentas.

“Recebemos a notificação de que o Departamento de Comércio suspendeu os controles de exportação sobre o Claude Fable 5 e o Mythos 5”, afirmou a Anthropic na terça-feira, em publicação na rede social X. “Começaremos a restabelecer o acesso amanhã”, acrescentou.

Em 12 de junho, o governo dos Estados Unidos havia determinado, de forma abrupta, que a Anthropic bloqueasse o acesso aos dois modelos de ponta, alegando falhas nas medidas de segurança criadas para impedir o uso indevido das ferramentas em ciberataques.

A retirada forçada, considerada inédita por parte de um governo, provocou críticas em vários países e reacendeu o debate sobre a soberania digital de nações dependentes de tecnologias norte-americanas.

Após negociações intensas em Washington, sobre as quais poucos detalhes foram divulgados, o acesso ao Mythos 5 foi liberado na sexta-feira para um pequeno grupo de “ciberdefensores e operadores de infraestrutura”, mas apenas nos Estados Unidos.

Parceiros estrangeiros, incluindo agências estatais de cibersegurança da Europa e da Ásia, continuavam sem acesso nesta etapa. A Anthropic, que mantém uma relação turbulenta com a administração Trump, não esclareceu se a suspensão dos controles de exportação também permitirá a reintegração desses parceiros internacionais.

A decisão anunciada na terça-feira permite que o Fable 5 volte a ficar disponível a partir de hoje. O modelo é uma versão voltada ao público geral do Mythos, com restrições relacionadas à cibersegurança e a riscos de ataques biológicos e químicos.

A OpenAI, rival norte-americana da Anthropic, lançou na sexta-feira seu modelo mais potente até agora, o GPT-5.6, inicialmente com acesso limitado. Pela primeira vez, a empresa aceitou que o governo dos Estados Unidos valide, cliente por cliente, quais parceiros estão autorizados a utilizar a tecnologia.

Durante muito tempo contrária à regulamentação da inteligência artificial, sob o argumento de que regras poderiam prejudicar a inovação diante da concorrência com a China, a administração Trump mudou radicalmente de posição diante das capacidades dos modelos mais avançados.

As decisões recentes nessa área, tomadas em um cenário jurídico ainda pouco claro e controverso, indicam uma retomada do controle do governo norte-americano sobre uma tecnologia considerada estratégica.

Na terça-feira, o diretor da CIA, John Ratcliffe, comparou os modelos mais avançados de inteligência artificial a “armas nucleares digitais”, em uma rara manifestação pública em Washington.

Analista Ming-Chi Kuo afirma que o primeiro iPhone dobrável deve ter oferta limitada no lançamento e pré-venda depois do iPhone 18 Pro. Modelo pode custar até US$ 2.500

| 20:24 – 07/06/2026

Share
Canais Oficiais

Instagram

Siga e acompanha

Seguir no Instagram

YouTube

Inscreva-se no canal

Inscrever-se

TikTok

Siga e veja os vídeos

Seguir no TikTok

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Barra Redes Sociais
78,200FansLike

Artigos relacionados

Jovem denuncia motorista de aplicativo por estupro no Jardim Petrópolis (vídeo)

Uma mulher de Campo Grande denunciou ter sido vítima de estupro durante uma corrida por aplicativo na madrugada...

Fachin dá 24h para PF informar situação da íntegra do celular de Vorcaro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu prazo de 24 horas para que a Polícia...

Ancelotti convoca Seleção para amistosos; veja a lista

O técnico Carlo Ancelotti divulgou, nesta quarta-feira (9), a lista com os 26 jogadores convocados para os próximos...

Ataque em escola: aluna parte para cima de professora e a golpeia com faca

Uma professora ficou ferida após ser atacada por uma de suas alunas na Escola Estadual Dr. Gerson dos Santos Peres...