O deputado federal Eduardo Bolsonaro saiu em defesa do colega Marcos Pollon após a decisão do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados que aprovou a suspensão do mandato do parlamentar sul-mato-grossense por dois meses.
Em publicação, Eduardo classificou a medida como um “verdadeiro ataque à democracia” e afirmou que a punição representa uma “covardia institucionalizada contra parlamentares eleitos pelo povo”.
“Minha solidariedade ao meu amigo e deputado federal Marcos Pollon, o mais votado do Mato Grosso do Sul. O que fazem contra ele é mais um ataque explícito à direita, algo que jamais vimos acontecer com a esquerda, mesmo após invasões, ocupações da Mesa, flechada em policial legislativo e atos muito mais graves dentro do Congresso”, declarou.
O deputado também avaliou a decisão como desproporcional e sugeriu que Pollon estaria sendo alvo de perseguição política dentro do Parlamento. Segundo Eduardo Bolsonaro, o episódio evidencia um tratamento desigual entre parlamentares.
“Trata-se de mais um episódio preocupante de tratamento desigual dentro do Parlamento, direcionado a parlamentares que representam uma parcela significativa da população brasileira”, afirmou.
Na mesma linha, ele disse que a punição deixará marcas na trajetória política de Pollon, mas que isso seria encarado como símbolo de resistência.
“Toda perseguição deixa marcas e essa será mais uma cicatriz que Pollon carregará com honra. Um símbolo de coragem diante de um sistema cada vez mais apodrecido. O povo saberá reconhecer quem luta de verdade, quem coloca seus princípios e os interesses da população acima do conforto do cargo”, disse.


