Outros 12 são do município de São Paulo e dois de São Bernardo do Campo, no ABC. Durante todo o ano passado foram registrados dois casos em território paulista, ambos na capital.
O sarampo é uma das doenças mais contagiosas do mundo. A transmissão se dá pelo ar, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas. Os principais sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que surgem entre 7 e 14 dias após a exposição.
O risco maior de gravidade está nos menores de cinco anos -em especial, bebês de até um ano. A pneumonia é a causa mais comum de morte nesse público.
A Secretaria da Saúde reforça a recomendação da aplicação da dose zero da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
A dose zero não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. A criança deve seguir o esquema vacinal de rotina, com a primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses e a segunda, preferencialmente com a vacina tetraviral (que inclui varicela), aos 15 meses.
VACINAÇÃO
De 3 de agosto até 1º de setembro, pessoas que tenham entre 6 meses e 59 anos poderão se vacinar contra o sarampo na capital paulista, em São Bernardo do Campo e em Guarulhos, independentemente de terem sido vacinadas antes. Não será necessário comprovar histórico vacinal anterior.
A recomendação é que a população de seis meses a 59 anos receba o imunizante, mesmo se o esquema de duas doses da tríplice viral estiver completo.A orientação também se estende a pessoas que trabalham nas três cidades.
QUEM DEVE SE VACINAR CONTRA O SARAMPO
– Em São Paulo, São Bernardo do Campo e Guarulhos
Dose zero: crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias.
Qualquer pessoa de 6 meses a 59 anos, independentemente do histórico de vacinação (a partir de 3 de agosto).
– Rotina – demais municípios brasileiros
O esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde prevê duas doses: a primeira aos 12 meses, com a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), e a segunda aos 15 meses, com a tetraviral (que inclui catapora).
Pessoas de 1 a 29 anos devem ter duas doses da tríplice viral, enquanto adultos de 30 a 59 anos devem ter pelo menos uma. Profissionais de saúde precisam comprovar duas doses independentemente da idade.
Leia Também: Mulher morre após ficar com intestino perfurado em colonoscopia em SP

