A mãe e o padrasto do pequeno Kalebe Josue da Silva, de apenas 1 ano, que morreu com suspeita de maus-tratos e estupro, negaram os crimes durante depoimento à Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Conforme relato obtido pelo TopMídiaNews, a mãe foi a primeira a ser ouvida pelas equipes da especializada. Ela detalhou que deixava o pequeno com o companheiro durante o serviço, não sabendo dar detalhes a respeito das lesões encontradas no corpo do filho.
Questionada sobre os fatos, ela disse que estava no trabalho quando foi avisada a respeito do estado de saúde da criança. “Nunca imaginei que ele poderia fazer alguma coisa desse tipo”, afirmou a mulher ao comentar sobre as possíveis agressões e estupro do bebê.
Enquanto isso, o padrasto da criança disse não saber o que teria acontecido. Para justificar as lesões, ele afirmou ter deixado o menino tomando banho sozinho, quando foi buscar a toalha e, ao retornar, o encontrou caído, já com vários ferimentos pelo corpo.
Em resposta à suspeita de estupro, ele detalhou não ter conhecimento das lesões na região da virilha do Kalebe. Porém, afirmou já ter visto a mãe bater no pequeno para ‘corrigir’.
Os dois foram presos em flagrante após a Polícia Militar ser acionada por uma motorista de aplicativo, que teria levado a mulher do serviço para casa no dia em que Kalebe foi socorrido, na terça-feira (28).
Apesar dos esforços médicos, o pequeno não resistiu aos ferimentos e faleceu na madrugada desta quinta-feira (30). O caso está sendo investigado pelas autoridades policiais.


