O volume de reclamações levou o governo a reforçar o alerta sobre a responsabilidade dos empregadores e os limites da atuação das empresas na vida política de seus funcionários. Marinho ponderou, entretanto, que nem todos os registros necessariamente correspondem a irregularidades comprovadas. A análise de cada caso deverá determinar quais relatos apresentam elementos suficientes para caracterizar a prática.
O ministro também fez um apelo para que empregadores não tentem interferir nas decisões eleitorais de seus trabalhadores. Segundo ele, a atuação do Estado busca garantir a liberdade de escolha e impedir que relações profissionais sejam utilizadas como instrumento de pressão política.
Também circularam listas com nomes de pessoas e empresas associadas a determinadas posições políticas. As iniciativas levantaram questionamentos sobre a exposição de trabalhadores e empresários e os riscos de discriminação em razão de suas escolhas eleitorais.

