domingo, abril 26, 2026

Menor que o bairro Tijuca, Iguatemi tem sete empresas suspeitas de ligação com PCC

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Megaoperação policial que mira crimes de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal para a facção criminosa PCC, bateu em Iguatemi, na manhã desta quinta-feira (28). Das oito empresas alvos da polícia em MS, sete estavam na cidade, que é menor que o bairro Tijuca, em Campo Grande. A ação ocorre em mais oito estados e no total tem 350 alvos. 

Segundo o IBGE, o município da região sudoeste de MS tem cerca de 14 mil habitantes. Segundo as autoridades, as empresas atuavam financiando o esquema criminoso da facção paulista.  
Os detalhes dos alvos da polícia foram preservados, mas sabe-se que muitas empresas são do ramo sucroalcooleiro e de postos de combustíveis, padarias e conveniências. Outra empresa investigada é de Dourados.  

Iguatemi 

Conforme a CNN Brasil, uma empresa no ramo de Petróleo investigada é a Arka Distribuidora de Combustíveis. O TopMídiaNews apurou que há uma empresa com o mesmo nome na zona rural de Iguatemi. O site tentou contato com um telefone cadastro, com DDD 41 (Paraná), para saber se essa empresa é uma das investigadas, mas ninguém atendeu. O espaço está aberto para manifestação. 

Entenda

Foram expedidos mandados de busca e apreensão contra cerca de 350 alvos — entre pessoas físicas e jurídicas — em oito estados: São Paulo, ES, PR, MT, Mato Grosso do Sul, Goiás, RJ e Santa Catarina. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) também ingressou com ações judiciais cíveis de bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em bens dos envolvidos, incluindo imóveis e veículos, para a garantia do crédito tributário.

As investigações apontam que o esquema comandado pela organização criminosa, ao mesmo tempo que lavava o dinheiro proveniente do crime, obtinha elevados lucros na cadeia produtiva de combustíveis. O uso de centenas de empresas operacionais na fraude permitia dissimular os recursos de origem criminosa. A sonegação fiscal e a adulteração de produtos aumentavam os lucros e prejudicavam os consumidores e a sociedade.

Operações financeiras realizadas por meio de fintechs dificultavam o rastreamento dos valores transacionados, de acordo com a Receita Federal. Por fim, o lucro e os recursos lavados do crime eram blindados em fundos de investimentos com diversas camadas de ocultação de forma a tentar impedir a identificação dos reais beneficiários.

Participam da operação cerca de 350 servidores da Receita Federal, além de servidores do Ministério Público de São Paulo (MPSP), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco); Ministério Público Federal, por meio do Gaeco; Polícia Federal; Polícias Civil e Militar; Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz/SP); Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); e Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP).
 

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