terça-feira, novembro 3, 2026

Mulher escraviza vítima por 25 anos e é condenada no Reino Unido

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Vocêma mulher foi condenada no Reino Unido por manter outra em cativeiro por cerca de 25 anos, submetendo-a a condições análogas à escravidão na cidade de Tewkesbury, no condado de Gloucestershire, na Inglaterra. A vítima, identificada apenas como K para preservar sua identidade, tinha dificuldades de aprendizagem e era submetida a agressões constantes, sobrevivendo com restos de comida.

Segundo informações divulgadas pela BBC, Mandy Wixon obrigava K a realizar trabalhos domésticos exaustivos e a viver em um quarto descrito como semelhante a uma cela de prisão, sem condições adequadas de higiene. Ao longo dos anos, a vítima sofreu agressões físicas frequentes e abusos graves.

De acordo com o processo, Wixon chegou a esguichar detergente líquido na garganta da vítima, jogar água sanitária em seu rosto e raspar seu cabelo contra a vontade. K nasceu em um contexto familiar instável e, em 1996, quando tinha cerca de 16 anos, foi entregue aos cuidados de Wixon, situação que se prolongou por décadas.

Já com mais de 40 anos, a vítima foi resgatada pela polícia em 15 de março de 2021, após um dos dez filhos da agressora procurar as autoridades demonstrando preocupação com o bem-estar de K. As investigações revelaram que ela era espancada com frequência, inclusive com o cabo de uma vassoura, agressão que resultou na perda de dentes. K também era impedida de sair de casa e precisava tomar banho às escondidas, durante a noite.

“Não quero estar aqui. Não me sinto segura. Mandy bate em mim o tempo todo. Não gosto disso”, relatou a vítima às autoridades durante o resgate.

Atualmente, K vive com uma família de acolhimento, frequenta a universidade e já conseguiu até viajar para o exterior, iniciando um processo de reconstrução de sua vida.

Mandy Wixon foi considerada culpada e deixou o Tribunal da Coroa de Gloucester em liberdade provisória. A sentença está marcada para o dia 12 de março. Ao sair do tribunal, a ré afirmou não sentir arrependimento. “Nunca fiz isso”, declarou.

Canadense de 33 anos foi preso no Panamá e extraditado para os Estados Unidos após ser acusado de fraude eletrônica. Segundo a Justiça, ele usou crachá falso e se passou por piloto para viajar de graça por cerca de quatro anos em companhias aéreas norte-americanas, sem ter licença para voar.

Notícias ao Minuto | 06:20 – 22/01/2026

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