sábado, julho 25, 2026
Bora Ouvir – Total 40 Graus
BORA OUVIR
PROGRAMAÇÃO TOTAL 40 GRAUS
🔴 AO VIVO AGORA
Clique em "Letra" para ver a letra da música atual

Nunes exonera Adilson Amadeu, assessor condenado por antissemitismo

Date:

Share G1 Style

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), exonerou o ex-vereador Adilson Amadeu (União Brasil) da função de assessor na pasta de Relações Institucionais. A demissão foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (17).

A nomeação, no dia 15 de outubro, foi alvo de críticas. Ele foi condenado em duas ocasiões, e em segunda instância, por injúria e prática de racismo contra a comunidade judia.

Amadeu deverá voltar à Câmara para ocupar a vaga da vereadora Pastora Sandra Alves (União Brasil), de quem é suplente. Na sexta-feira (14), a parlamentar pediu uma licença até o final deste ano alegando “interesses particulares”.

Procurado, Amadeu não respondeu até a publicação deste texto.

Uma semana depois da nomeação, a advogada Mônica Rosenberg ingressou com uma ação na Vara da Fazenda Pública contra Amadeu e o próprio prefeito, com o pedido de liminar para suspender os efeitos da nomeação.

De acordo com ela, a nomeação é uma afronta ao princípio constitucional da moralidade administrativa e está em desacordo com a Lei da Ficha Limpa, que veda a ocupação de cargos públicos por pessoas com condenações em segunda instância.

Na ocasião, a gestão Nunes havia dito que a pena foi prescrita e, com isso, não havia impedimento para que Amadeu assuma o cargo.

A prescrição do cumprimento da pena não elimina a condenação, tampouco seus efeitos jurídicos.

Amadeu foi condenado a perda de função pública, reclusão de dois anos e seis meses em regime aberto e pagamento de multa de 13 salários mínimos.

Uma das ações, movida pela Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), menciona o fato de ele ter falado, em mensagem de áudio, em “sem-vergonhice” dos judeus do Hospital Albert Einstein por seu comportamento durante a pandemia.

Na outra ação, ele foi condenado a um ano e quatro meses de prisão após xingar o então vereador Daniel Annenberg de “judeu filho da puta” e “judeu bosta”, durante a discussão de um projeto na Câmara Municipal em 11 de dezembro de 2019.

As penas, nos dois casos, foram substituídas por prestações de serviços comunitários e pagamento de indenização.

Especialistas avaliam que mudanças podem favorecer o crime

Agência Brasil | 14:47 – 17/11/2025

Canais Oficiais

Instagram

Siga e acompanha

Seguir no Instagram

YouTube

Inscreva-se no canal

Inscrever-se

TikTok

Siga e veja os vídeos

Seguir no TikTok

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Barra Redes Sociais
73,835FansLike

Artigos relacionados

Idosa fica internada mais de 5 dias sem avaliação médica em Miranda, denuncia família

A família de uma idosa de 75 anos, internada no Hospital Municipal de Miranda, denunciou a falta de...

Idosos com Alzheimer dormem sob risco de carro na sala por conta de buracos (vídeo)

Mordores e comerciantes da Avenida dos Crisântemos, no bairro Lar do Trabalhador, em Campo Grande, pedem providências "para...

Adolescentes com moto furtada batem em poste ao tentar fugir da polícia em Naviraí (vídeo)

Um adolescente ficou gravemente ferido ao bater uma motocicleta furtada contra um poste durante fuga da Polícia Militar, na...

Pré-candidatos correm contra o tempo para definirem suplentes; ex-secretário é o único garantido

Faltando poucos dias para o final das convenções, a maioria dos pré-candidatos ao Senado ainda não definiu quem...