Projeto de Lei enviado pela Prefeitura de Campo Grande que sugere terceirizar a gestão de dois centros regionais de saúde teve discussão adiada, na tarde desta quinta-feira (30). Houve muito protesto e acréscimo de sete emendas ao texto original.
Conforme o autor das emendas, o vereador Rafael Tavares, ele acrescentou pontos como exigir que uma organização da socidade civil, conhecida como ”OSC” tenha ao menos dois anos de autação no mercado para conseguir um contrato com o Município de Campo Grande.
”Isso impede o cara de criar uma organização ontem e disputar esse espaço aqui em Campo Grande”, elencou o bolsonarista. Tavares também propõe impedir que organismos condenados por corrupção participem de qualquer processo seletivo.
”Ter mais transparência e o público poder avaliar o serviço daquela OS”, completou o vereador do PL. ELe lamentou que servidores e sindicalistas tenham tentado impedir que o projeto fosse discutido nesta quinta-feira.


