segunda-feira, abril 27, 2026

Polícia Civil prende homem por estupro de vulnerável em Campo Grande

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Mãe da vítima é investigada por facilitar o crime

A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), cumpriu na manhã desta quinta-feira (19) um mandado de prisão preventiva contra um homem de 43 anos, investigado por estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos. O inquérito foi instaurado a partir de um boletim de ocorrência registrado em dezembro de 2025.

As diligências revelaram que o indivíduo manteve um relacionamento afetivo com a vítima entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026. Durante as apurações, a Polícia Civil identificou fortes indícios da conivência e participação da própria mãe da adolescente. Segundo as investigações, ela não apenas tinha pleno conhecimento do relacionamento abusivo, como o facilitava: autorizava expressamente que a filha pernoitasse na casa do autor, recebia valores financeiros dele em troca e chegou a manifestar a intenção de mentir às autoridades para acobertar os fatos.

Diante da gravidade das denúncias, da reiteração dos atos e da necessidade urgente de proteger a vítima e garantir a ordem pública, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi prontamente deferida pelo Poder Judiciário.

A prisão foi efetuada por uma equipe de investigação da DEPCA no bairro Vila Carvalho, em Campo Grande (MS), no local de trabalho do investigado. Durante a ação, os policiais apreenderam um aparelho celular, que será submetido à perícia para a extração de elementos complementares de prova.

O homem foi conduzido à sede da DEPCA e indiciado nos termos do Artigo 217-A do Código Penal (estupro de vulnerável), com a causa de aumento de pena prevista no Artigo 226, inciso II. Após os procedimentos legais, ele será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. A conduta praticada pela mãe segue em investigação.

A Polícia Civil ressalta que a identidade da vítima é rigorosamente preservada, em estrita observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Desse modo, não sendo divulgados nomes ou detalhes que permitam sua identificação.

A instituição reafirma seu compromisso com a proteção da infância e da adolescência, atuando de forma firme e especializada na repressão a crimes sexuais. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Luca Basso, “a elucidação deste caso demonstra a prioridade conferida a essas ocorrências e reforça a importância das denúncias, que são fundamentais para interromper ciclos de violência”.

Fonte: Polícia Civil – MS

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