O candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL) afirmou, em programa eleitoral exibido na noite de segunda-feira (14), que pretende defender no Congresso reformas para reduzir custos e diminuir a burocracia no país. Segundo ele, decisões tomadas em Brasília dificultam investimentos e prejudicam empresas e trabalhadores.
“Viver no Brasil hoje está caro, mas o maior custo é o que você não vê: aquele que acontece antes de chegar o boleto”, afirmou o candidato.
Na propaganda, Reinaldo citou o fechamento de empresas e as dificuldades enfrentadas pelo setor varejista para defender mudanças nas regras e na condução da economia. Segundo números apresentados por ele, mais de 1.700 empresas brasileiras fecharam nos últimos anos.
O candidato também citou as Casas Bahia como exemplo das dificuldades enfrentadas pelo comércio. A rede anunciou nos últimos anos o fechamento de centenas de lojas e passou por um processo de recuperação financeira.
Reinaldo afirmou ainda que a dívida pública brasileira chegou a R$ 10 trilhões e relacionou o cenário ao aumento dos custos para a população e à dificuldade de investimentos.
“Quando se demora anos para aprovar uma reforma, quem paga? Você. Quando um empresário desiste de investir, quem perde? Você. É sempre o povo brasileiro quem paga a conta de Brasília”, declarou.
Durante o programa, o candidato comparou a situação nacional com a de Mato Grosso do Sul. Ele afirmou que o estado adotou medidas para reduzir custos e criar um ambiente considerado mais seguro para investimentos.
“Aqui no Mato Grosso do Sul, a gente fez diferente: reduziu custos, enxugou excessos, criou um ambiente seguro para os investimentos — e eles vieram”, disse.
Reinaldo afirmou que, caso eleito, pretende atuar no Senado pela aprovação de regras que, segundo ele, facilitem a atividade de quem trabalha, produz e investe.
“Estou pronto para lutar por um país que custe menos e uma vida que valha muito mais”, afirmou ao encerrar o programa.
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