Governador de MS, Eduardo Riedel (PP), exaltou dois grandes feitos na gestão, que são direcionados à parcela mais pobre e vulnerável do Estado: água em reserva indígena de Dourados e redução da pobreza extrema.
O gestor estadual foi o entrevistado do programa ”Cara a Cara com Squinelo”, no TopMídiaNews, em Campo Grande. Ele citou a dor dos ”invisíveis” e as ações para alcançar aquela parcela da população classificada como ”extrema pobreza”. Este quesito engloba famílias cujos membros têm renda per capita de R$ 219 ao mês.
”Uma mãe com duas crianças pequenas e tem renda de R$ 660 é pobreza extrema”, explicou Eduardo. Ele continuou dizendo que, provavelmente, uma pessoa assim mora em uma casa improvisada de lona, um terreno invadido na periferia ou mesmo em aldeia indígena.
Queda
Riedel citou dados que comprovam a redução desse índice negativo. Em 2025, foram 1,5% da população classificada como ”extrema pobreza” ante os 2,7% da população em 2023.
”É quase metade”, festejou Riedel. O gestor ressalta que, para algumas pessoas, o índice seria pequeno, mas que o percentual é calculado em cima de cerca de 3 milhões de habitantes.
Também foi destacado que a ação social vai além de ofertar um cartão de transferência de renda e passa por ações que possam transformar a vida daquela família, com encaminhamento para demais acolhimentos sociais, educação e mercado de trabalho.
Indígenas
Outra ação celebrada pelo governador do Estado foi a licitação que soma R$ 150 milhões para levar água potável a aldeias indígenas, sobretudo para a Reserva Indígena de Dourados. Eduardo lamentou que é um drama vivido por essas comunidades há mais de 30 anos, mas que, a partir de agora, terá fim nos próximos meses.
”Esses poços são para captação, reservação e distribuição da água”, detalhou o chefe do Executivo.
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