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“Rope-jumping”: Instrutor preso divulgou vídeo assustador na mesma ponte

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Vocêm dos três instrutores presos e acusados da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas divulgou um vídeo, há cerca de quatro anos, onde aparece uma pessoa dentro de um saco preto fazendo “rope-jumping”, em Limeira, no interior de São Paulo.

Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, juntamente com outros instrutores, surge em um vídeo compartilhado nas redes sociais arremessando um saco preto da Ponte do Esqueleto, local onde a jovem de 21 anos morreu no passado sábado.

No vídeo, compartilhado há quase quatro anos, é possível ver três homens segurando o que seria uma pessoa dentro de um saco preto. No início, surge o nome da empresa “Altaqueda” e lê-se: “Desovando um corpo”.

O vídeo foi compartilhado em 23 de setembro de 2022 e está sendo divulgado pela imprensa internacional.

Nos comentários mais recentes, os internautas ficaram revoltados. “Eles conseguiram por uma corda nisso, mas não em uma pessoa viva?” ou “Então já estava planejado, só faltava escolher a vítima”, diz o texto.


O que se sabe sobre a morte de Maria Eduarda?

O caso, por si só, trágico, ganha contornos cada vez mais estranhos à medida que mais detalhes vão surgindo e à medida que os envolvidos parecem não saber dar explicações sobre o que aconteceu e parecem querer fugir de suas responsabilidades.

Os três instrutores que lançaram Maria Eduarda dizem não se lembrar se colocaram os equipamentos de segurança para o salto de “rope-jumping” da jovem ou mesmo se fizeram sua verificação.

Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, e Maicon Fernandes Cintra, de 42, foram acusados de homicídio após o sucedido.

Em depoimento à polícia, e de forma surpreendente, eles afirmaram não saber quem é que deveria ter colocado a corda no corpo da vítima.

Luis Felipe disse que a colocação do equipamento era feita de forma conjunta e não havia um processo fixo de verificação do equipamento.

“Às vezes a gente tipo assim não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso”, explicou o homem à Polícia Civil.

Questionado se, no caso, Luis era o responsável por verificar ou colocar a corda, o homem respondeu apenas: “Não me lembro”.

Os três envolvidos apresentaram um depoimento confuso que demonstra a falta de segurança com que este processo era feito. O advogado da defesa revela que é por estarem abalados com o que aconteceu. “Eles estão em estado de choque, não conseguem explicar o ocorrido, porque já estão há anos fazendo isso. Nunca teve nenhum evento semelhante”, defendeu.

Leia Também: Funcionário tirou câmera de morta em rope jump após queda, diz testemunha

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