Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Rio Verde de Mato Grosso, o vereador Tom Castro anunciou o lançamento do projeto “Coração Pantaneiro – Saúde no Campo”, voltado à ampliação do acesso à saúde básica e preventiva para moradores da zona rural do município.
A proposta surge como resposta à necessidade de garantir dignidade e atendimento de qualidade aos trabalhadores do campo, muitas vezes esquecidos pelas políticas públicas. O projeto prevê ações como consultas médicas e odontológicas, exames preventivos, campanhas de saúde bucal, além de melhorias no saneamento básico.
Segundo o vereador, a iniciativa só se tornou possível graças ao apoio direto do prefeito Réus Fornari, que deu sinal verde para o início do processo técnico de implementação. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, ficará responsável por levantar os dados necessários para colocar o projeto em prática.
“O prefeito Réus entendeu a urgência da causa e assumiu o compromisso com o povo do campo. Essa é uma vitória da sensibilidade e da gestão com propósito”, destacou Tom Castro durante a sessão.
Além do Executivo municipal, o projeto contou com apoio financeiro essencial do deputado estadual Lucas de Lima, responsável por destinar a emenda parlamentar que viabilizou a criação da iniciativa.
“O deputado Lucas estendeu a mão quando muitos viraram o rosto. É mais que um gesto político — é uma ação de humanidade, compromisso e respeito com quem mais precisa”, reforçou o vereador.
Tom Castro também mencionou o apoio do deputado federal Dagoberto, que já se comprometeu a colaborar com recursos para fortalecer o projeto.
Ao encerrar sua fala, o vereador deixou claro que seguirá cobrando ações concretas e que o acompanhamento será constante:
“Saúde não é promessa de palanque. Saúde se entrega, se faz com responsabilidade e presença.”
Com o projeto “Coração Pantaneiro – Saúde no Campo”, a Câmara, o Executivo e a Assembleia Legislativa dão um passo conjunto em direção a uma política pública voltada para quem mais precisa — o povo que vive e trabalha longe do centro, mas que sustenta o país com suas mãos calejadas.


