Renan Contar, o ''Capitão Contar'' (PL), revelou trechos da disputa intensa que viveu para conseguir uma das duas vagas do partido ao Senado Federal. Hoje confirmado, o bolsonarista garante que foi o primeiro a ser chamado para disputar a Casa Alta no time de Jair Bolsonaro. Ele entrevistado do programa ''Cara a Cara com Squinelo'', no TopMídiaNews.
No podcast, Renan lembrou que, logo após perder a disputa para o Governo de MS, em outubro de 2022 e Jair Bolsonaro perder a reeleição, à mesma época, 31 de outubro, já havia sido convidado a disputar o Senado.
''No dia seguinte ele me ligou e me convidou a vir senador em 26'', revelou Contar. Ele detalhou que em seguida a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL) também foi indicada por Jair Bolsonaro. Também surgiu Reinaldo Azambuja e por último o deputado federal Marcos Pollon (PL).
''Ele tava naquela questão de ser candidato a governador e acabou também sendo citado [por Jair Bolsonaro] como possível nome ao Senado’’, recordou o militar da reserva.
Na sequência, o bolsonarista observou que o partido tinha quatro nomes e quando ele voltou ao PL [saiu do PRTB] ficou combinado que critério de escolha seria a pesquisa. O agora candidato também citou os acordos e arranjos feitos com outros partidos, como o Progressistas, que abriu mão de lançar candidatura ao cargo.
O ex-deputado observou também o potencial eleitoral dele, dizendo que em 2018 teve 78.390 votos, sendo o deputado estadual mais votado da história à época. Destacou igualmente que disputou a eleição para o governo em um partido pequeno, com pouquíssimos recursos.
''Tive mais de 612 mil votos, praticamente sozinho, sem lideranças políticas para apoio. Chegamos ao segundo turno bem e consolados'', detalhou novamente.

