A TV Centro América conquistou o 1º lugar na categoria Mídia do VI Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral, com a série de reportagens ‘Destinos Roubados: a epidemia do feminicídio’, que aborda a violência contra a mulher e as consequências dos crimes de feminicídio.
A produção da emissora de Mato Grosso recebeu 118 pontos e alcançou a maior nota entre os trabalhos classificados na categoria Mídia. O resultado consta na classificação divulgada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
“Esse reconhecimento reforça o compromisso da RMC com um jornalismo que vai além de informar. ‘Destinos Roubados’ trata de um problema grave da nossa sociedade, o feminicídio, dando dimensão a histórias interrompidas pela violência e ajudando a ampliar uma discussão que precisa chegar a toda a população”, afirma o diretor de Conteúdo da Rede Matogrossense de Comunicação (RMC), Marcello Rosa.
O prêmio é voltado a iniciativas relacionadas à proteção das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. Além da categoria Mídia, a edição reúne trabalhos de tribunais, magistrados, integrantes do sistema de Justiça, organizações não governamentais e produções acadêmicas.
Reportagem de MT lidera categoria Mídia
Na classificação, ‘Destinos Roubados: a epidemia do feminicídio’, da TV Centro América, aparece na primeira posição, com 118 pontos.

Em segundo lugar ficou a série ‘O que vem antes do feminicídio?’, de Jerusa Campani, com 116 pontos. A terceira colocação ficou com o especial ‘Jogo de Cintura Especial pelo Fim da Violência contra a Mulher: como a união entre o Judiciário e a imprensa impacta nesta causa humanitária em Santa Maria (RS)’, de Fabiana Sparremberger, que recebeu 114 pontos.
A lista ainda reúne produções sobre prevenção ao feminicídio, redes de proteção às vítimas de violência doméstica e histórias de sobreviventes.

Prêmio reconhece ações de combate à violência contra a mulher
O VI Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral é dedicado a trabalhos de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.
Na categoria destinada aos tribunais, Mato Grosso também aparece entre os classificados. O projeto ‘O Papel da Educação no Enfrentamento da Violência contra a Mulher: a escola ensina, a mulher agradece”, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), ficou na 22ª posição, com 105 pontos.
A premiação leva o nome da juíza Viviane Vieira do Amaral, e a classificação desta sexta edição reúne projetos e produções de diferentes estados voltados à prevenção da violência, ao acolhimento das vítimas e ao enfrentamento do feminicídio.

