




Prefeito foi vaiado por alguns moradores durante retomada de fábrica.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cumpriu uma agenda intensa em Mato Grosso do Sul, onde retomou as obras da fábrica de fertilizantes de Três Lagoas e entregou títulos da reforma agrária e reforma de aeroportos em Ponta Porã, mas também encontrou espaço para criticar, sem citar nomes, adversários.
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As agendas não contaram com a presença de Eduardo Riedel (PP), que foi ao enterro da ex-deputada Grazielle Machado. Ele enviou o vice, Barbosinha, para representá-lo. Todavia, Lula não deixou de provocar adversários.
Durante visita em Três Lagoas, onde assinou a retomada da obra da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados, Lula disse que houve irresponsabilidade de muita gente, “inclusive do agronegócio”. A fala foi uma indireta à senadora Tereza Cristina, que foi ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro e tentou comercializar a empresa com empresas estrangeiros.
O evento também foi marcado por vaias ao prefeito de Três Lagoas, Dr. Cassiano, que mesmo estando filiado ao PP, chamou o presidente de “nosso Lula”.
A agenda em Ponta Porã teve críticas, também sem dizer nome, ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quando Lula disse que o Brasil não aceita interferência externa. “A gente não aceita que galo de fora venha cantar no nosso terreno, chamado Brasil”.
Lula enfrentou um dia de baixa temperatura em Mato Grosso do Sul e não conseguiu discursar no último compromisso, na entrega da ampliação de aeroportos em diversas cidades, incluindo Ponta Porã, Corumbá e Campo Grande, no Estado.
O frio deixou o presidente com a fala afetada. Ele disse que não poderia fazer discurso longo porque estava muito rouco e resumiu que estava acontecendo uma revolução nos aeroportos do País. “Se o Estado não pode fazer as coisas, que permita ao empresário que pode fazer, que o faça”.
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Foto: rede social
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