Laura da Silva Mota, de 30 anos, morreu na tarde deste sábado (27), na cidade de Barretos, em São Paulo. Ela era moradora de Nova Andradina e fazia tratamento contra leucemia mieloide aguda, diagnosticada em estágio considerado severo.
Segundo o Nova News, Laura iniciou o tratamento com quimioterapia em setembro de 2024. Com o agravamento da doença, houve a necessidade de um transplante de medula óssea, realizado em fevereiro deste ano, após o pai ser identificado como doador com compatibilidade parcial.
Apesar do procedimento, a resposta clínica não foi a esperada e, no início de novembro, exames apontaram uma nova complicação. Como alternativa terapêutica, foi indicado o uso do medicamento Venetoclax, de alto custo, que foi viabilizado por meio da solidariedade da comunidade, permitindo a continuidade do tratamento.
Mesmo com os procedimentos preparatórios e a expectativa de evolução do quadro clínico, o medicamento não apresentou a resposta esperada. Nos últimos dias, Laura teve piora significativa no estado de saúde, com agravamento da doença, e acabou não resistindo.
A trajetória de Laura mobilizou familiares, amigos e a comunidade local, marcada por uma grande corrente de solidariedade e esperança ao longo de todo o período de tratamento. Ela deixa esposo e filho.


