O coordenador do serviço de tapa-buraco de Campo Grande, Edvaldo Aquino, e o filho, foram levados para a delegacia nesta manhã.
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Edvaldo é um dos alvos da Operação Buraco Sem Fim, do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc). Já o filho, foi detido ao ser flagrado com entorpecente.
Oito policiais e mais um promotor participaram da operação na casa do servidor, que é comissionado há vários anos na Prefeitura de Campo Grande.
A operação
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por intermédio do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), em conjunto com o Grupo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou, na manhã desta terça-feira, a Operação “Buraco Sem Fim”.
Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão, no Município de Campo Grande.
Durante o cumprimento das ordens judiciais de busca e apreensão foram encontrados valores altos em dinheiro vivo, totalizando pelo menos R$ 429 mil. No endereço de um servidor, havia R$ 186 mil em espécie. No imóvel de outro alvo, R$ 233 mil.
O MPE investiga organização criminosa que atua fraudando, sistematicamente, a execução do serviço de manutenção de vias públicas no Município de Campo Grande, por meio da manipulação de medições e da realização de pagamentos indevidos.
“As evidências revelaram pagamentos públicos que não correspondem aos serviços efetivamente prestados, com o propósito de permitir o desvio de dinheiro público, o enriquecimento ilícito dos investigados e, como consequência, a má qualidade das vias públicas municipais”, diz nota do MPE.
Segundo a investigação, entre 2018 e 2025, a empresa investigada conseguiu contratos e aditivos que somam o montante de R$ 113.702.491,02.
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