terça-feira, junho 16, 2026
Bora Ouvir – Total 40 Graus
BORA OUVIR
PROGRAMAÇÃO TOTAL 40 GRAUS
🔴 AO VIVO AGORA
Clique em "Letra" para ver a letra da música atual

Gestão Adriane paga R$ 17 milhões para ONG de família de envolvido em ‘falcatrua’ na habitação

Date:

Share G1 Style

Gestão Adriane Lopes firmou termo de cooperação com a ONG Conssol, para executar ações habitacionais em Campo Grande, ao valor de R$ 17,6 milhões. O detalhe é que o diretor da entidade, Auro da Silva, é pai e sogro de um casal que chegou a ser preso e é réu por desvio de R$ 2,7 milhões da Habitação da cidade. 

O extrato do termo de parceria entre Conssol e Município de Campo Grande foi publicado em diário oficial na quarta-feira (19). O objeto do contrato milionário é descrito da seguinte forma: 

”Execução integrada de ações habitacionais sociais, sendo a elaboração e execução de Trabalho Técnico Social – TTS em empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, ações continuadas e eventos comunitários, apoio aos Programas Minha Casa Legal, Campo Grande Sustentável e Credihabita, execução de Regularização Fundiária Urbana – REURB, e organização de edições do Feirão Habita Campo Grande e Programa Sonho de Morar, conforme especificações do Programa Sonho Seguro”. 

Vereador Otávio Trad visitou moradia erguida com ajuda da ONG Morhar (Foto: Reprodução CMCG) 

Alerta

Após a divulgação desse contrato, um denunciante detalhou que Auro da Silva é pai de Alana Valéria da Silva e sogro de Rodrigo da Silva Lopes. O casal, em razão do MPE-MS, se tornou réu na 2ª Vara Criminal de Campo Grande por lavagem de dinheiro, peculato e falsificação de documento e teria desviado R$ 2,7 milhões destinados à construção de 300 casas populares no Bairro Vespasiano Martins. 

Alana e o esposo Rodrigo são réus por peculato (Foto: Reprodução TJMS)

Revolta

O contrato do casal Alana e Rodrigo, ligados à ONG Morhar, se deu na gestão Alcides Bernal. O objetivo, à época, era qualificar ex-moradores de favelas para construir 300 casas populares, mas, na ocasião da investigação do MPE, somente 42 haviam sido entregues. 

A instituição representada por Rodrigo e Alana teria abandonado a obra, que em parte teria sido feita com material de baixa qualidade. Ainda segundo o processo, consta que o Município ficou com prejuízo de R$ 981 mil, que foi cobrado via judicial. O vereador Otávio Trad chegou a visitar uma das moradias precárias no Vespasiano Martins. 

Inaceitável

Na visão do denunciante, a contratação do pai e sogro de quem responde criminalmente por desviar milhões dos cofres públicos é um escândalo. E acontece justamente no mesmo setor afetado anteriormente: a habitação. 

”Isso gera risco de reincidência de esquema, falta de critério na escolha da entidade, ameaça aos recursos públicos e desrespeito às famílias (lesadas no escândalo) que aguardam moradia digna”, desabafou o anônimo. 

Procuramos Rodrigo e Alana, mas não houve retorno. O espaço está aberto a eles e demais citados. 

Canais Oficiais

Instagram

Siga e acompanha

Seguir no Instagram

YouTube

Inscreva-se no canal

Inscrever-se

TikTok

Siga e veja os vídeos

Seguir no TikTok

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Barra Redes Sociais
73,835FansLike

Artigos relacionados

Pai denuncia ex-esposa por maus-tratos de filhos em Nova Alvorada do Sul

Um homem de 33 anos procurou a Polícia Civil para denunciar a ex-esposa por supostos maus-tratos e abandono...

Homem encosta revólver no peito de mecânico em bar de Nioaque

Um homem de 32 anos foi preso na noite desta segunda-feira (15) após ameaçar um mecânico com uma...

Motorista perde controle de direção e tomba carreta entre Glória de Dourados e Jateí (vídeo)

Uma carreta tombou as margens da rodovia MS-376 entre as cidades de Glória de Dourados e Jateí, durante...

Bêbado acusa filha de olhar para partes íntimas de adolescente em Anaurilândia

Um homem de 57 anos foi encaminhado à delegacia na noite desta segunda-feira (15) após agredir a própria...