Deputada denunciou lei de Campo Grande à Procuradoria-Geral da República
A proibição do uso de banheiros femininos por mulheres trans em Campo Grande ganhou proporção nacional, com lideranças LTBTQIA+ ingressando com denuncias de processo contra a prefeita Adriane Lopes (PP).
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A influencer Leo Áquila registrou uma queixa-crime por transfobia, na 1 Delegacia de Campo Grande, contra a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, por ter sancionado a lei que restringe uso de banheiros femininos por mulheres trans.
Na notícia-crime, Léo Aquila solicita que Adriane se retrate e, pautada na lei, revogue a lei e se justifique diante da população trans e LGBTQIA+. Depois, promete levar o caso para o Ministério Público para que a prefeita seja responsabilizada. “Nós, mulheres trans, não somos uma ameaça e nunca fomos, historicamente”, afirmou.
Ontem, a deputada federal Erika Hilton informou que apresentou denúncia à Procuradoria-Geral da República contra a lei, que ela diz ser inconstitucional e, por isso, inaplicável.
“Só vai servir para que políticos e/ou pervertidos tentem fiscalizar os órgãos de mulheres e meninas nas portas de banheiros, ou para que pessoas odiosas se sintam autorizadas a violentar mulheres trans ou qualquer mulher que fuja do padrão de beleza em banheiros. Normalmente, mulheres negras e lésbicas”, declarou, criticando a gestão na Capital.
O projeto, apresentado pelo vereador André Salineiro (PL), foi aprovado por 13 votos a 11 na Câmara e sancionado por Adriane, que disse ter agido “para resguardar os direitos das mulheres.
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