Fiscalização preventiva do Tribunal de Contas de MS evitou desperdício de R$ 542 mil em uma licitação para transporte de pacientes em Três Lagoas. A prefeitura teria superestimado o número de viagens e foi obrigada a corrigir o equívoco.
Conforme publicação no Diário Oficial do Tribunal, prefeitura abriu o Pregão Eletrônico 15/2026 a fim de contratar empresa para transportar pacientes da cidade até unidades de saúde fora do Município; o detalhe é que a gestão Cassiano Maia estimou 25 viagens por mês. No entanto, a Corte observou que a realidade considerada no planejamento era de 21 transportes mensais.
Ainda segundo a publicação, como o número de viagens inicial era de 25 ao mês, a estimativa da quilometragem a ser percorrida era de 494.880 km. Com a readequação da logística, a quilometragem caiu para 427.680 km, ou seja, redução de 67.200 Km. Por consequência, o gasto de dinheiro público também caiu, de R$ 3.907.210,80 para R$ 3.365.074,80, ‘’economia’’ de R$ 542.136,00 no período a ser contratado.
A ação do Tribunal foi de pedir retificação ao Município, nas pessoas do prefeito Cassiano Maia (PSDB) e da secretária municipal de Saúde, Juliana Rodrigues Salim. O relator do processo foi o conselheiro Márcio Monteiro.
Entramos em contado com a comunicação da Prefeitura de Três Lagoas. O espaço fica aberto à manifestação.

