A gestão Adriane Lopes é pivô de mais uma imoralidade em Campo Grande: a esposa do chefe de Licitações da prefeitura de Campo Grande, André de Moura Brandão, aparece como nomeada no gabinete do esposo da prefeita, o deputado estadual Lídio Lopes.
Mas isso tem nome! Se chama nomeação cruzada. É quando um agente político não pode dar um cargo comissionado ”maroto” no âmbito da administração onde atua – em geral para não chamar atenção para o mal feito. Sendo assim, usa de sua influência para lotar a pessoa em algum outro poder ou administração.
A própria servidora – Nilceli Gonçalves da Silva Brandão – é Assessora de Gabinete Parlamentar XIII – Símbolo PLAP 06 13, que, em maio de 2025, recebia R$ 1.758. Na rede social ela exibe a função sem qualquer comedimento, inclusive destaca na bio do Instagram que atua em prol de Lídio Lopes.
Já o esposo, o secretário, ganha nada mais nada menos que R$ 19.028. Isso na folha ordinária, já que existe uma ”paralela” que remunera quase o dobro disso.
Tanto Nilceli quanto André atuaram na campanha da prefeita (Foto: reprodução Instagram)
Imoral
O caso se soma a dos ”12 Pastores”, sendo a maioria da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missões, a mesma que Adriane congrega. Os salários dos religiosos chegam a até R$ 19 mil. Há ainda o megaescândalo da ”folha secreta”, no qual servidores do alto escalão recebem um salário a mais: ou seja, no caso dos secretários, somam até R$ 36 mil por mês.


